O pré-candidato ao Senado Federal, André Gadelha, fez críticas ao atual modelo de distribuição das emendas parlamentares e defendeu mudanças na forma como os recursos públicos são destinados no Brasil. Segundo ele, o crescimento do volume de recursos administrados por deputados e senadores reduziu o poder de decisão do Poder Executivo.
Durante declaração, André Gadelha afirmou que o cenário político brasileiro sofreu mudanças nos últimos anos, com o Congresso Nacional assumindo maior influência sobre a destinação de verbas públicas.
“Hoje o presidente não manda mais no país, quem manda são os deputados e os senadores”, declarou.
Na avaliação do pré-candidato, o atual formato das emendas parlamentares precisa ser revisto para fortalecer a capacidade de planejamento e execução dos investimentos pelos governos.
André Gadelha também manifestou posição contrária ao modelo vigente de distribuição das emendas e defendeu que os recursos destinados à realização de obras, aquisição de equipamentos e prestação de serviços públicos sejam executados diretamente pelos governos federal, estaduais e municipais, por meio de suas estruturas administrativas.
O tema das emendas parlamentares tem ocupado espaço no debate político nacional, especialmente em razão das discussões sobre a divisão de competências entre os Poderes Executivo e Legislativo na definição e execução do orçamento público. Nesse contexto, a declaração de André Gadelha reforça sua posição em defesa de mudanças no atual sistema de alocação dos recursos públicos.