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Edvaldo Neto promete baixar IPTU e proibir contratações ligadas ao crime organizado, em Cabedelo

Edvaldo Neto promete baixar IPTU e proibir contratações ligadas ao crime organizado, em Cabedelo


Eleito com 61% dos votos, novo prefeito anuncia envio imediato de projetos à Câmara Municipal

Edvaldo Neto (Foto: Divulgação)

Edvaldo Neto (Avante) foi eleito prefeito de Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa, nas eleições suplementares realizadas neste domingo (12). O candidato conquistou 61% dos votos válidos, somando 18.180 votos, e superou o adversário Walber Virgolino (PL).

Logo após a confirmação da vitória, o prefeito eleito comemorou o resultado e destacou a aceitação das propostas apresentadas durante a campanha.

“Missão cumprida, como nós esperávamos. A população cabedelense aceitou o que nós passamos, a tese de propostas, projetos para Cabedelo. E nós estamos muito felizes em estar aqui comemorando”, afirmou.

Edvaldo Neto também antecipou as primeiras medidas que pretende adotar já nos primeiros dias de gestão. Entre as ações prioritárias, ele destacou o envio de um projeto de lei para reduzir o valor do IPTU no município, além de uma proposta voltada à segurança pública.

“É muito importante dizer também que nós já temos dois atos importantes para ser firmados e feitos a partir de amanhã, segunda-feira, que é encaminhar, à Câmara de Vereadores, a lei que diminui o IPTU, que foi aumentado, que foi um absurdo para a cidade de Cabedelo. Como presidente da Câmara, não pude fazer antes; e também estaremos encaminhando uma lei que proíbe a contratação de qualquer pessoa que responda por crimes oriundos de tráficos de drogas e organização criminosa”, completou.

Advogado e natural do município, Edvaldo já ocupava o cargo de prefeito interino e agora assume de forma definitiva a gestão da cidade ao lado do vice Evilásio Cavalcante (Avante), com mandato previsto até 2028.

A eleição suplementar foi convocada após a cassação dos mandatos do prefeito André Coutinho (Avante) e da vice-prefeita Camila Holanda (PP), eleitos em 2024. A decisão da Justiça Eleitoral apontou irregularidades consideradas graves, o que levou à anulação do resultado do pleito anterior.

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