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Julian Lemos diz que Bolsonaro ‘matou’ Bebianno ‘de angústia e traição’

Julian Lemos diz que Bolsonaro ‘matou’ Bebianno ‘de angústia e traição’


Ex-deputado federal também disse que deixou de apoiar ex-presidente por não querer ser “vassalo” e que não teve reciprocidade em apoio político

O ex-deputado federal Julian Lemos fez acusações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), dizendo que ele teria sido responsável pela morte do ex-ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno.

A declaração foi dada durante entrevista ao programa Correio Debate, da Rádio 98 FM Correio, nessa terça-feira (24), na qual ele também confirmou que pode se filiar ao PSB para disputar uma vaga na Câmara Federal nas próximas eleições.

Ele abandonou (Bebianno). Ele matou Bebianno sabe de que? De angústia e traição

Julian também afirmou que deixou o bloco de apoiadores de Bolsonaro por não querer ser um “vassalo” e por perceber que o apoio político não foi recíproco por parte do ex-presidente.

Eu encontrei Bolsonaro, ele não pontuava um por cento nas pesquisas. Quando ele veio pra cá, os dois deputados do partido dele sequer receberam ele na Assembleia Legislativa. Eu, através da minha articulação junto com o presidente da Câmara de Vereadores, consegui colocar Bolsonaro (na Câmara). Coloquei quarenta seguranças lá dentro do meu bolso. Depois dali em diante, eu passei três anos andando com Bolsonaro. Quem era pra ter me apoiado era Lula? Agora, não queiram que por eu ter apoiado Bolsonaro, eu teria que ter feito um pacto com ele pra o resto da vida. Bolsonaro é um traidor. Ele é um traidor. E eu não admito ninguém colocar a minha honra em xeque por causa de um traidor

Ex-deputado federal Julian Lemos e ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (Reprodução/Facebook)

Também sobraram críticas ao ex-ministro da Justiça de Bolsonaro e hoje senador pelo estado do Paraná, Sérgio Moro, citando que ele saiu do cargo no Governo Federal em divergência com o ex-presidente, alegando que ele estaria interferindo na Polícia Federal.

“Ele (Moro) disse que iria combater a corrupção, depois levou uns gritos naquela reunião que foi vazada e agora tava lá abraçado com Flávio (Bolsonaro). Inclusive, o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, não foi agora pra uma pra uma CPI porque ele (Moro) deu um ‘voto de minerva’”, disse Julian.

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